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Arte, arquitetura e rock and roll

03/06/2018

 

 

Esta é a sexta parte do especial sobre a série em dois episódios do Globo Repórter que foi ao ar nos dias (18 e 25 de maio), produzida em homenagem aos 110 anos da imigração japonesa no Brasil.

 

Caminhando por Yanaka, o bairro onde fica o seu ryokan, o Sawanoya, é possível chegar em Ueno, um dos locais mais interessantes de Tóquio. Também parte da chamada shitamachi (cidade baixa), o bairro é considerado um dos centros mais agitados da capital japonesa, com muito comércio e um dos parques públicos mais visitados do país.

 

No Parque de Ueno, além dos corredores de árvores — muitas delas cerejeiras que formam uma bela paisagem na primavera —, estão localizados diversos museus e um jardim zoológico. Um dos lugares que apareceu na segunda parte do Globo Repórter está o Museu Nacional de Natureza e Ciência (¥620), onde fica o corpo empalhado do Hachi, o cãozinho fiel cuja estátua fica em Shibuya. Depois de visitar o parque, não saia de Ueno sem conhecer o mercado Ameya Yokocho, que fica ali mesmo nas redondezas.

 

O Parque de Ueno é um dos locais mais procurados na época da floração das cerejeiras.

(imagem: DozoDomo)

 

Depois, ainda com o seu JR Pass, siga para a região de Ginza, através da estação Yurakucho. Ginza é um dos mais charmosos bairros de Tóquio e rivaliza, no quesito compras de luxo, com a avenida Omotesando que visitamos ontem. Além disso, é o bairro para quem curte alta gastronomia. Muitos dos restaurantes estrelados de Tóquio ficam em Ginza. Enfim, é um passeio de elegância e refinamento. Os custos, você é quem define.

 

Partindo de Ginza, visite um outro bairro muito apreciado pelos estrangeiros no Japão que é Roppongi. Aqui, ficam dois sofisticados shopping centers que têm diversas características em comum. Em primeiro lugar, a arquitetura. Tanto o Roppongi Hills quanto o Tokyo Midtown são assinados por grandes escritórios da arquitetura mundial. São prédios de muito bom gosto e detalhes que valem ser apreciados.

 

Tokyo Midtown: requinte e arrojo em arquitetura.

(imagem: Roberto Maxwell)

 

Ambos os complexos também compartilham uma forte relação com a arte. Na Mori Tower do Roppongi Hills fica o Mori Art Museum, um dos mais importantes espaços dedicados à arte contemporânea na Ásia. Já no Tokyo Midtown, está o Suntory Museum of Art, com suas exposições de arte tradicional japonesa e asiática. Ambos formam, juntamente com o The National Arts Center, Tokyo, que fica na vizinhança, a Santíssima Trindade da Arte em Roppongi. Além disso, nos jardins do Tokyo Midtown está outro espaço que os amantes de arte e arquitetura não podem deixar de conhecer, o 21_21 Design Site.

 

Em Roppongi fica também uma das locações mais bacanas do programa, onde o repórter Márcio Gomes mais uma vez nos surpreende, desta vez num show de rock. E não foi só para a gravação, não? Segundo apuramos, o repórter é, sim, frequentador da casa que se chama Bauhaus Roppongi, um oásis rock’n’roll num bairro apinhado de clubes que tocam hip-hop chiclete.

 

Quem aparece tocando na cena do programa é a The Bauhaus Band formada pelos funcionários do estabelecimento. Tem um segredo que o Globo Repórter não revelou: um dos membros da banda, mais especificamente uma das vocalistas, é do Brasil-sil-sil!  A Yumi trabalha lá desde março deste ano e é definida pelo bar como “a maior vocalista de rock que o Brasil já produziu”. Ela nos contou que a casa tem um público fiel há quase 40 anos. A entrada no local custa ¥2.700 e cada bebida alcóolica sai por ¥800. Pelo menos uma você vai tomar, né?

 

A brasileiríssima Yumi é uma das vocalistas da The Bauhaus Band.
(imagem: acervo pessoal/Yumi)

 

Nosso próximo destino do dia fica no campo de visão do Roppongi Hills: a Tokyo Tower. Não, você não está ficando louco. É como ver uma Torre Eiffel no meio de Tóquio e qualquer semelhança não é mera coincidência. A torre toquiota é, sim, inspirada na parisiense.

 

Uma das duas grandes construções da capital japonesa usada como suporte para a transmissão, a Tokyo Tower tem 333 metros de altura e proporciona uma bela vista da megalópole. São dois os observatórios, um aos 150 e outro aos 250 metros de altura. Visitar os dois vai te custar ¥2.800. Aprecie a vista e se prepare para conhecer, amanhã, duas cidades da província vizinha de Kanagawa.

 

Clique para ler a sétima parte da reportagem.

 

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